Parece tarefa dificil suceder ao aclamado Cromophobia de 2007. Mas o que se encontra neste 2º registo do Paulista (de S. Paulo) Gui Boratto é a mesma coerência e frescura que se sentia no primeiro. Ao longo das 11 faixas que compõem Take My Breath Away, há tempo para dançar, reflectir, sonhar, seguindo uma lógica de continuidade entre faixas e de histórias que remetem para o imaginário de cada ouvinte.
Destaco a faixa título Take My Breath Away pela sua frescura e pelo cheirinho que nos dá da ambiência geral da obra, No Turning Back pela aproximação a um som mais club, abrindo caminho para novos públicos, a penúltima faixa Eggplant, pela sonoridade e poder que transmite, e a última faixa, Godet, uma verdadeira obra de arte pela sua profundidade sonora.
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